Que sejamos consciente e exigir que nossos políticos também sejam assim,
não só neste ano de eleição 2018, mas sempre, de agora em diante!

 

 

Somente A Mente Universal / A Consciência Universal, que é a nossa conexão com O Todo, junto com a nossa mente individual, a nossa conexão com a Mente Planetária, é nossa salvação. Tudo que fazemos sempre tem que ser ligado para o bem de tudo e de todos para ter uma vida muita mais sustentável, saudável e feliz.

Quando todos se conectam com essa Mente Universal, com essa Consciência Universal e Ubíqua, o indivíduo, como resultado, só pode fazer o bem para todos e tudo, e só pode pensar no bem de todos e de tudo.  Se todos reconhecessem que somos todos parte desta mesma Mente maior, desta mesma Consciência maior que existe em cada mente individual, o mundo seria bem melhor. Temos que reconhecer que essa mesma Energia Vida também bate o nosso coração e, também, bate o coração de todos e de todas as criaturas do nosso planeta. Essa Energia Vida Universal está tambẽm nas plantas, nos minerais, no ar, enfim em tudo visível e invisível! Não tem lugar nenhum onde não exista esta Mente Universal, esta Energia Vida Universal.

 

É impossível que não exista em tudo e em todos!

I-M-P-O-S-S-Í-V-E-L!

 

A LUZ INTELIGENTE
E
A ENERGIA VIDA
UNIVERSAL
Em tudo e em todos.

TSE intima Globo e Huck em ação movida pelo PT por abuso de poder econômico.

 

 

Quando é que o próprio povo vai acordar e saber que ele, o povo, é a própria ordem e progresso do país? Um salvador jamais vem! O povo é que tem que tomar as rédeas da vida e direcionar os líderes, até o día quando não vai ter mais líderes porque o próprio povo de um país vai ser o líder!

Nas eleições vai ser sempre a mesma coisa com os mesmos tipos de políticos, ou corruptos, ou mentiroso ou os dois além de ser medícres? Ano após ano e o Brasil não muda, na sua essência. O externo muda mas a essência interna do país não. É a mesma coisa, numa maneira diferente nos E.U.A. também.

A santa trindade do Brasil e dos E.U.A. é isto: 1. Dinheiro. 2. Poder 3. Controle.

 

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Cada brasileiro(a), no intímo do coração, se quiser um país melhor, deveria dizer para si mesmo(a):

EU SOU

A ORDEM E O PROGRESSO dO BRASIL!

A ORDEM E O PROGRESSO dO BRASIL!

EU SOU!

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Sem pensar assim, NADA, absolutamente nada vai mudar realmente. Esperar um salvador é totalmente inútil.

O POVO tem que ser O SALVADOR da PÁTRIA!

O SALVADOR da PÁTRIA tem que ser O POVO!

ACORDA!

SAIBA de uma vez por todas que O POVO do BRASIL é o Salvador da Pátria!

As eleições vem aí e nada vai mudar, essencialmente, porque o povo e o país não muda. Mais de 500 anos e ainda tem pobreza para lascar num país que é entre os 10 país do mundo mais ricos em recurso.

( The 10 Richest Countries In Resources. )

Vão entrar, em geral, novas caras com o mesmo nível medícre e o mesmo tipo de político: mentiroso,  criminoso e enganadro. E muitos assim, sempre, conseguem ser eleito.

Vai continuar assim porque o povo gosta! Ele gosta porque nada, na realidade, muda! A corrupção no Brasil é endêmica num país que se diz cristão. Isto é jeito de um Cristo? Mesmo, a corrupção faz parte da tradição e a cultura do Brasil. É a tradição do “jeitinho” que tem um lado muito, muito positivo, mas, por outro lado, é pura corrupção, também. Então, o que se pode esperar de um país assim? NADA! Lembra-se, mais de 500 anos assim no dito “Novo Mundo”. Este novo mundo jamais chegou, JAMAIS! Entendeu. É a continuação do Velho Mundo de sempre!

Porque eu digo isso? Porque o povo, e principalmente, os “lideres”, que são na realidade “seguidores de dinheiro” não vão fazer coisa nenhuma! Eu queria estar nas ruas mas eu não vou sozinho! Alguém conhece um movimento realmente neste país que realmente tem poder?

Entra ano e sai ano e o povo, a maioria, não está nem aí mais com o Brasil. Muitos cospem na própria terra do Brasil com tanta raiva do Brasil quando a próprio terra não tem culpa! O povo, sim! Eu sei disto por experiência. Aliás, este país nunca foi no fundo do fundo do coração um país que se importa mesmo com o povão! Nunca! Alguns Brasileiros com ‘B’ maiúsculo, sim, mas a maioria do Povo já desistiu do Brasil, faz séculos. Você é Brasileiro ou apenas um dos muitos brasileiros.

É por isso que num país riquissimo, até de fora vem os países altamente dominadores e exploram o Brasil com a assistência do próprio poder daqui do Brasil e sob a ameaças violentas oriundas dos países fortes do exterior. É uma mafia mundial que controla este planeta, não somente aqui dentro do país, mas, no estrangeiro também. Essa máfia sempre existiu e, talvez, sempre existirá. A maldade reina neste planeta, não o bem! O jogo da política brasileira é facilitar a vida daqueles que não precisam de ajuda!

ACORDA BRASIL!

Quer mudança?

Então o próprio povo tem que mudar este mundo no Brasil porque o sistema, como é atualmente, nunca vai mudar, nunca! O sistema de poder e controle quer mais poder e controle somente para acumular mais riqueza para os poucos em cima e menos e menos para o resto da humanidade em baixo.

Vem uma eleição presidencial este ano e no final das contas NADA vai mudar novamente. NADA.

Vem um novo “lider” este ano, um Presidente novo, e como sempre vem com promessas de um futuro melhor mas este futuro jamais chega. Se chegar, será temporário porque um dia ou outro vai piorar. No entanto, seja um futuro bom ou mal, o sistema de roubo, exploração e desleixo continuará como se fosse uma tradição, como se fosse a única realidade e/ou possibilidade.

É por isso, como se diz na computação, entrou lixo, só pode sair lixo. Não pode ter outro resultado. É impossível. O lixo que commanda esse mundo não somente no Brasil mas, principalmente no mundo inteiro não vai mudar. Brasil, meu Brasil, por quê gosta de lixo? Por quê?

Brasil não é pobre, o sistema é! Brasil é uma terra riquíssima! A cultura brasileira é riquíssima.

O sistema, exatamente o oposto.

O sistema é paupérrimo! Os poderosos daqui do Brasil, como no mundo inteiro, em geral, são a fonte da própria pobreza do Brasil porque quer que o mundo seja assim, junto com os poderes que vem de fora para saquer o país!

“Que o povo se foda” é a idéia dos poderosos deste mundo.  É assim quase no mundo inteiro. É assim que os poderosos pensam quase no mundo inteiro. É só observar bem o resultado deste tipo de pensamento neste mundo. A pobreza é uma criação humana!

A pobreza não existe, de jeito nenhum, na própria Mãe Natureza.

Ao contrário, nossa Mãe Natureza é a própria abundância!

 

A pobreza é uma criação humana!

 

Por Que O Brasil É Um dos Países Mais Corruptos Do Mundo?

Fonte: Para Onde Vão Os Estados Unidos? Ou Não Vão?, por Reginaldo Moraes

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Estados Unidos – colosso imune à mudança?

por Reginaldo Moraes

no Jornal da Unicamp

Alguns livros somem do radar, mesmo dos estudiosos especializados. Mas, de repente, quase por acaso, olhamos para eles, folheamos o que rabiscamos nas suas margens e lembramos do que diziam e do que faziam lembrar. É o caso de um livrinho de Barrington Moore Jr: Reflexões sobre as causas da miséria humana e sobre certos propósitos para eliminá-las (livro de1972, publicado no Brasil em 1974).

Um dos enigmas enfrentados pelo livro tem notável atualidade: afinal, por que os norte-americanos, pioneiros na universalização da escola primária e na escola média, vanguardistas na massificação do ensino superior, detentores da maior máquina de ciência, tecnologia e cultura do mundo, convivem com o fato de elegerem primatas inferiores para a presidência da república? Afinal, isso não seria mais próprio de repúblicas bananeiras?

Existe algo mais fundo a determinar tal maldição? Quando ainda candidato, Barak Obama disse uma frase aguda, mais ou menos assim: o problema não é apenas sair do Iraque, é sair de uma mentalidade que nos enfia em seguidos Iraques. Terminou seu governo celebrando e confirmando a força desses limites. Será esse elemento um fator explicativo para as perguntas acima?

BM diz que no desenvolvimento norte-americano, em especial na segunda metade do século XX, há “consideráveis elementos de uma prosperidade guerreira”. Não acredita que isso tenha qualquer traço de “destino”. Pelo contrário, vê possibilidade de mudança, mas…

O seu argumento é complexo: a guerra e o desperdício suavizam as crises e minimizam, por exemplo, as demandas por redistribuição de renda, poder e prestígio. O capitalismo americano é popular e engendra o que Paul Baran e Oskar Lange chamavam de ‘imperialismo do povo’. Porém, o que se verifica, diz BM, é “ausência de uma demanda de mudança – não a impossibilidade de mudança”.

A chave para explicar a permanência ou a mudança é a “incoerência, apatia e confusão daqueles que se beneficiariam com políticas diferentes” e que assim podem permanecer porque “os outros pagam os custos”. Em suma, o “imperialismo do povo” tem como empurrar as coisas com a barriga enquanto alguém – fora do jogo – pague o pato.

A argumentação pode ser questionada em seus fundamentos, mas não é o que pretendo fazer aqui. Apenas chamo a atenção para um ponto inquietante da cadeia lógica de BM. Dado o enquadramento que descrevemos acima, seria difícil esperar transformações profundas que se produzam dentro do sistema político, com apoio de massas a reestruturações da desigualdade, por exemplo. Mesmo as mudanças incrementais, nesse quadro, seriam aquelas do famoso lema do Gattopardo: mudar algo para que tudo continue na mesma.

A crer na análise de BM, o sistema social parece quase completamente imune a esse tipo de sacolejo. A possibilidade da ruptura parece quase que totalmente atrelada a acasos, atos inusitados ou a causalidades que não controlamos. E aí vem uma passagem luminosa do livro, justamente aquela que me fez escrever esta crônica.

No final do livro, BM pergunta se poderia haver “uma quebra ou colapso importante do aparelho político sem prévio apoio de massa para sérias mudanças sociais”. E menciona uma possibilidade muito sugestiva:

Há ainda algumas boas razões históricas e sociológicas para sustentar que tal colapso poderia ocorrer e permitir uma sucessão revolucionária. (…) num ambiente urbano a criação de uma massa revolucionária é uma transformação muito rápida. Fundamentalmente, ocorre através da quebra do fornecimento de bens e serviços de que uma cidade depende. Nos anos recentes têm ocorrido numerosas paralisações parciais por uma variedade de causas que nada têm a ver com a revolução em sua concepção comum, tais como greves ou quase greves de empregados-chave: polícia, bombeiros, lixeiros, professores e empregados dos correios. Elas mostraram a vulnerabilidade da cidade à interrupção dos serviços. Uma das possibilidades mais ameaçadoras e sociologicamente interessantes é uma repetição de interrupção do fornecimento de energia elétrica que afetou grande parte do Nordeste não há muito tempo {BM refere-se ao apagão de 1965]. Sob a capa de bom humor do último corte de luz havia uma preocupação, não necessariamente apaziguada pelas freqüentes emissões assegurando a população de que o Pentágono estava funcionando normalmente e tinha certeza de que não se tratava de caso de emergência. Energia elétrica é muito mais importante para uma cidade moderna do que o fornecimento de trigo para a cidade de Paris no século XVIII. “

Isso foi publicado em 1972. Um outro grande blecaute aconteceria em 1977. Mas o mais inquietante ocorreu em agosto de 2003. Afinal, atingia em cheio uma cidade traumatizada pelo famoso evento das Torres Gêmeas, ocorrido dois anos antes. Um apagão monstro paralisou e assombrou cidadãos e autoridades de boa parte do nordeste americano, incluindo a cidade de Nova Iorque. O noticiário registrou múltiplos aspectos do evento – um choque na vida das pessoas, nos seus sentimentos e ansiedades. Boatos, improvisações, percepção de vulnerabilidades desconhecidas – essa era a crônica daquelas 24 horas dos nova-iorquinos. Para outras cidades, o apagão durou até 90 horas.

Metro, iluminação das ruas, casas e lojas, tudo no escuro. Evidentemente, comunicações prejudicadas. A rigor, o único sistema estável era o rádio – e quem tinha um aparelho a baterias ou pilha ouvia as insistentes mensagens das autoridades policiais, tentando acalmar ou advertir, a depender do cliente.

Assim, naquele dia e nos dias seguintes, um simples passeio pelo noticiário internacional pertinente mostrava o quão instável, efêmera e pouco confiável é a ordem das coisas, no coração do globo. E quão dependente ele é – nas menores e mais cotidianas realidades — daquilo que aquele coração suga do resto do mundo. Por exemplo, em usinas de energia termoelétricas movidas a carvão e petróleo.

Hegel dizia que o mocho de Minerva, a sabedoria, levanta vôo ao anoitecer. Pelo jeito, esqueceu de mencionar a necessidade do fornecimento de energia… não foi o mocho que alçou vôo. Durante o eclipse das usinas, os fantasmas, temores e sentimentos baixos afloravam.

O livro de Barrington Moore talvez exibisse uma premonição. Por vezes, o terremoto vem de onde menos se espera. Será que isso se deve a uma falha no subsolo ou nas nossas percepções, que não registram o que deviam registrar?

Fonte: Para Onde Vão Os Estados Unidos? Ou Não Vão?, por Reginaldo Moraes

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Leia também: O projeto militar dos Estados Unidos para o mundo, por Thierry Meyssan

Carmen Miranda, ao chegar nos Estados Unidos, colocou o Brasil no mapa com o visual dela, e, também, mudou a história artística nos States e no Brasil. Uma artista, como ela, nunca foi vista antes! Dificilmente, alguém como ela, é visto, neste mundo. Mas quando uma novidade, como Carmen, aparece, é sempre a melhor coisa neste mundo tão triste e cansado! É prova que existe algo forte e especial nesta vida. A energia do mundo muda só com a presença dessas pessoas.

Carmen, como agradeço a sua força, ainda presente, neste mundo, mesmo ausente do mundo físico. Você mudou a minha vida e o meu espírito. Você trouxe, para mim, e para muitos, somente beleza, alegria, ritmo, e o lado mais positivo do Brasil. Carmen, você continua a ser o espírito da pátria e umas das melhores representantes da America Latina até hoje!

Quando criança, crescendo nos EUA, Carmen foi e sempre será uma das pessoas mais representativas do Brasil para mim! A imagen do Brasil da qual minha mãe Pernambucana me mostrou, eu jamais esqueci, como, por exemplo, Luis Gonzaga, entre outras pessoas e coisas boas do Brasil. Ela, minha mãe, sempre me falou do lado positivo do Brasil e sempre foi uma imagem de uma Brasileira (com ‘B’ maiúsculo] muito boa, honesta e íntegra, incomprável não somente nos States mas no Brasil também.

Depois de conhecer Carmen, através dos filmes dela quando eu era bem jovem, a presença espiritual dela, na minha jornada entre os EUA e o Brasil, sempre foi marcante e sempre foi uma experência forte. A felicidade é dificil de achar neste mundo mas ela existe. Carmen, para mim, fez parte dessa alegria do povo brasileiro. Também, Cleto, meu grande amigo Mineiro (falecido) foi, não somente um grande amigo, mas um irmão de coração. Ele também trouxe muita alegria na minha vida também.

Uma vez, no Rio, há muito tempo atrás, sem saber por que, fui caminhando na Siqueira Campos, sem destino, entre Copacabana e Botafogo pelo Túnel Alaor Prata (Túnel Velho) e logo após da saída do túnel em Botafogo vi o Cemitério de São João Batista. Fui caminhando até eu encontrei a entrada principal na Rua General Polidoro e, ao entrar, continuei no caminho reto na minha frente, a Rua São João Batista. Caminhei devagar olhando tudo e parei em frente do túmulo da minha querida Carmen. Eu não sabia que ela estava sepultada lá. Minha Nossa! Foi um momento inesquecível e emociante! Lá estava os restos mortais do icone Brasileiro, Maria do Carmo Miranda da Cunha, a nossa querida, Carmen!

 

Carmen, você jamais será esquecida pelo fãs!

Carmen, Brasil, em 2017, precisa de você novamente!
A vida, em geral, por aqui, está triste. O povo precisa de uma alegria.

 

Carmen, você trouxe o brilho que o Brasil poderia ser neste mundo, não o brilho de bombas atômicas mas o brilho da felicidade verdadeira e espontânea! Também, a alegria autêntica de celebração e renovação, com esperança de um futuro próximo muito melhor do que agora, muito melhor que qualquer político poderia trazer!

O Povo tem o poder verdadeiro.

Viva o Povo!
Viva o Brasil!
Viva a Vida!